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17 de ago. de 2008

19 de mar. de 2008

Correios lançam selos com obras de Oscar Niemeyer


O Memorial da América Latina e o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, ambos projetos do arquiteto Oscar Niemeyer, serão as estampas de um bloco com dois selos que os Correios lança nesta terça-feira (18), em solenidade no Auditório Simón Bolívar, do Memorial da América Latina, a partir das 18h30. O intuito da emissão é homenagear um dos grandes nomes da arquitetura mundial, que, com habilidade no manejo das formas, criou obras monumentais.
A arte do bloco, elaborada por Cris Alencar, remete a uma folha de rascunho, simbolizando os traços desenhados pelo arquiteto Niemeyer. Os selos começam com linhas simples nas laterais, configurando o esboço dos projetos, até que, ao centro, as obras tomam aspecto real, apresentando no primeiro selo o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, com sua futurista rampa de acesso.
No segundo selo é mostrado, ao fundo, o Memorial da América Latina e, em primeiro plano, a estátua da mão espalmada, um dos novos ícones da capital paulista, ostentando o desenho do mapa da América Latina, em vermelho.
O fundo do bloco – que não é utilizado na postagem - retrata, em preto-e-branco, monumentos construídos em Brasília. Foram usadas as técnicas de desenho e computação gráfica no design dos selos.

15 de nov. de 2007

28 de out. de 2007

Obra-prima de Da Vinci ganha versão digital em HD


A Última Ceia, de Leonardo da Vinci, ganhou uma versão digital em altíssima definição. A partir do sábado passado, um dos murais mais famosos do mundo pode ser visto nos seus mínimos detalhes por meio de um computador, em qualquer parte do planeta.

A obra-prima virtual foi realizada recompondo 1.677 imagens registradas com tecnologia de ponta. O trabalho foi feito com a ajuda de uma técnica especial de iluminação criada para não danificar a pintura original. O material pictórico é muito sensível à emissão de raios ultravioleta, assim como ao impacto térmico do flash.

A Última Ceia sobreviveu, sem nenhum arranhão, às nove horas de sessões fotográficas. Muito pouco perto dos quatro ou cinco anos gastos por Leonardo da Vinci para criar o original. O resultado é um quebra-cabeças de 16.945.790.099 pixels que, juntos, formam o mural falso mais verdadeiro da história. Ela pode ser vista no site www.haltadefinizione.com.

Ao contrário do que muitos pensam, o artista desenhou o mural com uma técnica de pintura a seco e a óleo, e não a usada tradicionalmente em afrescos. Por isso, ele tem a delicadeza e a fragilidade de uma aquarela. Normalmente, A Última Ceia é exposta sob um tênue véu de luz indireta, apenas o suficiente para dar uma boa impressão a olho nu. E os visitantes estão proibidos de tirar fotografias, com ou sem flash. Eles devem guardar na memória as impressões e as emoções daquele momento único.

Todos os dias, quase mil admiradores desfilam diante do mural. Ele ocupa uma das paredes do refeitório do antigo convento Santa Maria delle Grazie, no centro de Milão. Os visitantes formam grupos de 25 pessoas e somente podem ficar 15 minutos diante da parede pintada pelo gênio italiano.

A cena, descrita na Bíblia, mostra o último encontro de Jesus Cristo com os apóstolos e o anúncio da traição de Judas. Esta não é a primeira vez que a obra é fotografada. No começo do século passado, A Última Ceia foi retratada em preto e branco através da proteção de grandes vidros. E durante os anos 80, sempre de acordo com as tecnologias mais avançadas da época, o mural também foi retratado em cores. Desta vez, a profundidade e nitidez cromáticas reveladas pela mega-fotografia supera em duas vezes a qualidade das imagens digitais convencionais. Sofisticados programas de computador e processadores de última geração garantiram o sucesso da operação, impensável pouco tempo atrás por causa das dimensões do mural, que mede 4,6 por 8,8 metros.

A obra-prima de Leonardo da Vinci foi feita entre os anos de 1494 e 1498. O mestre alternava momentos de intensa atividade com longas pausas. Ao longo dos séculos, as expressões e os gestos das figuras continuam a encantar gerações. A herança artística em versão digital irá proporcionar a cada curioso ou turista virtual uma visão tão próxima da realidade como se fosse um restaurador trabalhando no mural, a poucos centímetros da parede.

A última restauração foi feita entre 1977 e 1999, pela italiana Pinin Brambilla. Ela foi passada a limpo e muitas partes originais foram reveladas depois de descobertas sob estratos de trabalhos anteriores. Outras foram irremediavelmente perdidas.

A Última Ceia, versão digital, é capaz de proporcionar ao pesquisador mais acurado a identificação dos traços intocáveis do mestre e aqueles retoques mais recentes, realizados para recuperar o conjunto. Somente não será possível respirar o cheiro da tinta e nem sentir mistério na pele.

A obra representa um dos patrimônios artísticos mais estudados em todo o mundo. O mural continua sendo uma fonte inesgotável de interpretações, leituras místicas ou não. Pesquisadores de fim de semana, diletantes, chegam até mesmo a encontrar partitura de música e diálogos "lendo" o posicionamento das figuras.

O best-seller mundial O Código da Vinci também tem com trama central a obra do artista. A Última Ceia digital chega em boa hora. O original está sendo ameaçado pela poluição ambiental. As partículas em suspensão são trazidas pelos próprios turistas, cerca de 350 mil ao ano. E já se fala em fechamento por temporadas para a proteção da obra. Vê-la na tela do computador pode servir de consolo e cada um vai poder dar asas à imaginação diante de um dos murais mais enigmáticos já feitos.

O projeto foi financiado, em parte, pelo Ministério para os Bens e as Atividades Culturais da Itália.

veja aqui a digitalização em alta definição e com áudio

http://www.haltadefinizione.com/en/

15 de out. de 2007

25 de set. de 2007

Grupo Pulsares abre exposição nesta quarta no MALG


O MALG e a SaMALG têm o prazer de convidar para a primeira exposição do Grupo Pulsares realizada na cidade de Pelotas. Constituído por professores e estudantes do Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Pelotas, e coordenado pela professora e curadora Neiva Bohns (IAD/ UFPel), o grupo tem como objetivo desenvolver projetos que associem a produção contemporânea em artes visuais a reflexões sobre a importância da preservação do patrimônio público de valor artístico, histórico e cultural. Participam da mostra os jovens artistas e designers Francisco Zanetti, Tatiane Kuhn e Fabiane Luckow, que partiram de suas próprias experiências no espaço urbano do centro histórico da cidade de Pelotas para produzir trabalhos em mídia digital. O projeto educativo que acompanha a exposição será coordenado pela artista e professora Vivian Herzog, e tem como objetivos desenvolver as capacidades perceptivas e criativas de crianças, jovens e adultos, assim como a consciência da necessidade de preservação do patrimônio público. A vernissage será em 26 de setembro, quarta-feira, às 18 horas. A exposição poderá ser visitada até 14 de outubro.

20 de set. de 2007

4 anos do CDM


Exposição C.D.M. admite: 4 anos de embuste (não mais preocupado com a própria direção)

O Coletivo C.D.M. - Centro de Desintoxicação Midiática comemora 4 anos com exposição em Pelotas.

O grupo de autoproclamados “pseudo-artistas” mostra seu trabalho no Fondo Blanco Restobar em Pelotas, de 21/09 a 05/10, em comemoração aos 4 anos de atividade – ou melhor, em comemoração aos 4 anos de embuste do grupo. Com a participação da convidada cornflake, a mostra fica disponível para visitação no local de segunda a sexta à noite.

Após aparições nem sempre furtivas e muitas vezes involuntárias do coletivo por eventos em cidades tão diversas quanto São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Vitória, Curitiba, Porto Alegre e Pelotas, esta será a segunda vez que o C.D.M. escancara (de forma independente) seu trabalho para o público com local, período e hora definidos. Isso porque o espaço tradicional das intervenções do C.D.M. é o tecido urbano, onde já realizou mais de 10 Re-ações que lançam mão de recursos e técnicas simples (como lambe-lambes, stickers, banners reutilizados e estênceis aplicados em tapumes visualmente poluídos e no envelopamento de suportes de mídia exterior), além da veiculação de vinhetas em sistemas de propaganda de áudio na via pública.

O local da exposição, cedido ao Coletivo de maneira incondicional pelos proprietários, não poderia ser mais apropriado para um evento do grupo. Muito longe de ser um lugar que se autodefine cult mas não passa de um fake - como não raro ocorre na noite pelotense - o Fondo Blanco mistura autenticidade e simplicidade com uma capacidade de se reinventar sem perder a essência, o que garantiu ao restobar a fidelidade de um público que consolidou o local como uma importante referência na cena cultural e gastronômica da cidade.

Exposição C.D.M. admite: 4 anos de embuste (não mais preocupado com a própria direção) fica aberta gratuitamente ao público de 22/09 a 05/10, de segunda a sexta-feira das 20h00 às 23h30. Fondo Blanco Restobar: rua Voluntários da Pátria, 771 – Centro, Pelotas – RS

Coletivo C.D.M. – Centro de Desintoxicação Midiática – www.grupocdm.org

SANTANA, Carlos; BERG, Jan; VENCESLAO, Juliano.

“Parece-me oportuno examinar o conjunto de ações-ambientes do coletivo C.D.M. pelo seu caráter de não-ineditismo. Parte desta produção já transitou por alguns lugares – paredes, muros, tapumes de construção civil, paradas de ônibus, postes de iluminação pública e, até mesmo, instituições disciplinares. Cabe ressaltar que tal abordagem não enfraquece a potência de suas ações. Observadas sob a ótica do já-visto, tais interferências tornam-se “re-ações públicas”[1], configurando uma espécie de looping em contra-ataque. Por meio desta mostra, o coletivo C.D.M. nos apresenta um acervo que deflagra um dos sintomas da coréia artística atual – a subversão de técnicas e artifícios da comunicação, manipulando suas linguagens ao avesso.

De resto, podemos constatar que, não só, “a propaganda está cada vez melhor”[2], como também, a arte está...”
Athaíde Rodrigues

Conhecido e ativo crítico de arte do centro-sul do Brasil

[1] Termo cunhado pelo coletivo C.D.M. para designar suas ações-ambientes.

[2] Referência à Re-ação Pública V, realizada em 2006, na cidade de Pelotas.

24 de ago. de 2007

Exposição "Darwin" no MALG


Serão expostos uma série de painéis sobre a vida de Darwin, sua família, sua genealogia, suas viagens, seus trabalhos até sua morte, bem como, a citação de outros pesquisadores, figuras e fatos importantes que se relacionaram direta e indiretamente com Darwin.
Serão expostos também, alguns materiais que buscam ilustrar essa exposição como maquetes em escala do navio "Beagle" em que Darwin navegou pelo mundo, livros editados sobre ele bem como, materiais biológicos (aves taxidermizadas) e paleontológicos (fósseis de mamíferos) que exemplifiquem ao público, suas teorias.

A exposição poderá ser visitada de 27 de agosto a 01 de setembro.

Atualmente, o MALG expõe os trabalhos dos artistas Helene Sacco e Rodrigo
Castro de Jesus.

8 de ago. de 2007

Rodrigo Castro de Jesus e Helene Sacco no MALG em agosto


O MALG e a SaMALG tem o prazer de convidar para a exposição dos Artistas Selecionados pelo Edital 2007, Rodrigo Castro de Jesus e Helene Sacco. A abertura será em 9 de agosto, quinta-feira, às 18 horas. A exposição poderá ser visitada até 25 de agosto.

Atualmente, o MALG expõe os trabalhos dos artistas Antônio Augusto Bueno, Vivian Herzog e Ricardo Rocha.


MALG - Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo.
Rua General Osório, 725. Pelotas/RS - Brasil.
Horário de Visitação: De Segunda a Sexta, das 8h30min às 17h30min
Quartas, das 8h30min às 20h30min
Sábados, das 14h às 17h30min

1 de jul. de 2007

Joseph Beuys: "A revolução somos nós!"

Joseph Beuys morreu no dia 23 de janeiro de 1986, exatamente 20 anos atrás. Museus em Berlim, Munique, Düsseldorf, Bonn e Kleve dedicam exposições em homenagem a um dos mais influentes artistas do século 20.
É difícil dissociar a pessoa Joseph Beuys (1921–1986) de sua obra. Até a marca registrada deste artista-personagem de si mesmo – o chapéu Stetson ­– fazia parte de um amplo programa estético: "Neste momento, eu mesmo sou a obra de arte. Apenas insinuo uma direção no desdobramento, ou seja, indico que, nesta realização de tornar o mundo uma obra de arte, qualquer pessoa pode fazer parte, em potencial. Daí toda esta história de chapéu, que encaro como a tragicomédia da arte do nosso tempo".

"Qualquer pessoa é artista"

Com esta famosa máxima, geralmente mal entendida, Beuys se aproximava da concepção de arte do movimento Fluxus, do qual fez parte, mas também se manteve distante. A idéia era abolir a hierarquia entre artista e observador, produtor e consumidor, destacando o papel ativo e criador da recepção.
Apesar de o Fluxus europeu, cujo importante centro foi Düsseldorf, cidade onde Beuys vivia, ter optado por não incluir o público diretamente em seus happenings, ao contrário da corrente americana, o impulso era promover o observador participante a co-autor da obra. Contraditoriamente, Beuys foi um grande encenador de sua imagem como artista à parte, com sua aura messiânica, verve de pregador e iniciativa de líder político. Com uma "concepção de arte ampliada" e a idéia de "escultura social", o artista radicalizou as fortes tendências artísticas dos anos 60 que priorizavam o processo de criação e de atuação política à criação de um objeto de arte consumível.


"Os mistérios ocorrem na estação ferroviária"

O ativismo de Beuys, que a partir de 1961 assumiu a cadeira de Escultura da Academia Estatal de Arte de Düsseldorf, onde ele mesmo havia estudado, se mesclou ao movimento estudantil. Em 1967, Beuys criou o Partido Estudantil Alemão, em reação ao assassinato do estudante Benno Ohnesorg, baleado pela polícia numa manifestação em protesto à visita do xá do Irã Reza Pahlevi, em Berlim.
Contrário à submissão da educação a estruturas institucionais, Beuys começou sua guerrilha dentro da universidade onde ensinava, permitindo em sua classe alunos reprovados no exame de aptidão. Em 1972, após ocupar a secretaria da universidade com um grupo de estudantes reprovados, exigindo sua admissão, Beuys foi demitido do cargo pelo então secretário de Ciência e Pesquisa do Estado da Renânia do Norte-Vestfália e futuro presidente da Alemanha, o social-democrata Johannes Rau.


"Democracia é uma coisa engraçada"

Após uma longa disputa jurídica, onde contou com o apoio público de artistas e escritores como Gerhard Richter, Heinrich Böll e Peter Handke, Beuys foi reabilitado, reassumindo sua cadeira em 1978. A carreira política do artista prosseguiria com as candidaturas ao Parlamento da Europa (1979) e à Assembléia Legislativa da Renânia do Norte-Vestfália (1980) pelo recém-fundado Partido Verde. Sua missão educativa se expandiria com a criação da "Universidade Internacional Livre", palco de muitos de seus projetos e atuações.
Ao mesmo tempo em que propagava uma democracia de base, uma reivindicação central de agrupamentos fundados por ele, como a Organização dos Não-Eleitores (1970) e a Organização por Democracia Direta através de Plebiscito, entre outros, Beuys era criticado por seus correligionários por seu suposto messianismo, prática demagógica, intolerância e tentativa de personalizar em sua própria figura ações coletivas.


"O cosmos é o enigma; o ser humano, a solução"

Não são poucas as histórias que contribuíram para a criação da aura em torno de Beuys. Mas há uma fundamental. Nascido em Krefeld, em 12 de maio de 1921, ele optou espontaneamente por lutar na Segunda Guerra, sendo recrutado em 1940.
Em 1943, o avião de guerra onde ele fora escalado como operador de rádio caiu na Criméia, onde foi salvo por nativos. Segundo sua versão da história, considerada fantasiada por alguns, o que o salvou foi o fato de os nativos tártaros o terem coberto de gordura e enrolado em feltro.

Feltro, gordura, cobre e cera, materiais básicos na obra de Joseph Beuys, são recombinados nos mais diversos objetos, instalações e performances, ao lado de materiais perecíveis, que sujeitam o objeto de arte à transformação ao longo do tempo.
Por maior que seja a ênfase na matéria, os processos invisíveis implícitos na concepção de suas obras, derivados da alquimia e da antroposofia, atribuem um caráter ritualístico ao processo de criação artística, transferindo para o objeto uma força a ser retransmitida ao receptor.


"Arte = Capital"

Entre as idiossincrasias de Beuys está a mistura de repertórios dificilmente compatíveis, pelo menos no senso comum: simbologia cristã e marxismo, Ocidente e Oriente (uma junção cristalizada na idéia ampliada de Eurásia, presente em algumas de suas performances e instalações), mitologia celta e Fluxus, um ecletismo também evidente no repertório das suas referências históricas, teológicas e estéticas, de Ignácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, a Gengis Khan, soberano mongol, passando pelo gângster americano John Dillinger e o marco da literatura moderna James Joyce. Apesar de ter aberto caminhos fundamentais para a arte contemporânea com sua "concepção de arte ampliada", Joseph Beuys dificilmente pode ser imitado, sem que o imitador caia em epigonismo. Talvez pelo fato de o seu trabalho ser tão radicalmente uma conseqüência direta da sua pessoa.


"Minha arte é política de libertação"

"Assim como o ser humano não existe, mas tem que surgir primeiro, a arte também tem que surgir, pois ainda não existe", diz uma das máximas do artista, para quem o objeto de arte não deveria se prender a nenhuma regra apriorística ao processo de criação. "Intuição em vez de livro de receitas", diz a outra máxima.
A obra de Beuys, representada nos mais importantes museus internacionais de arte moderna e contemporânea, está em grande parte concentrada nos arredores de Kleve, no oeste alemão, onde ele viveu. O museu de arte do Castelo Moyland, nas imediações, tem o maior acervo do artista, seguido pelo Museum Kurhaus Kleve, o Block Beuys, em Darmstadt, os museus de arte de Bonn e Düsseldorf, Museu Ludwig, em Colônia, e Galeria Staedel, em Frankfurt. O museu de arte contemporânea Hamburger Bahnhof, em Berlim, abriga o arquivo de mídia do artista.


fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,1865235,00.html

Aula Inaugural do Curso de Cinema e Animação do IAD/UFPEL

O Centro de Integração do Mercosul (auditório Simon Bolívar), recebe o realizador e produtor de filmes Gustavo Spolidoro que acompanhará nesta quarta-feira, as 19h a exibição dos filmes: Outros, de Gustavo Spolidoro, 2000 (curta-metragem) e Cão Sem Dono, de Beto Brant e Renato Ciasca, produção executiva de Gustavo Spolidoro, 2007 (longa metragem). Depois vai rolar uma conversa com o Gustavo. Apareçam, é "de grátis"!


dica da amiga Andrea Schönhofen

29 de jun. de 2007

Fernando Duarte e Renato Amui Palis dia 4 de julho no MALG

O MALG e a SaMALG tem o prazer de convidar para a exposição dos Artistas Selecionados pelo Edital 2007, Fernando Duarte e Renato Amui Palis. A vernissage será em 4 de julho, quarta-feira, às 18horas. A exposição pode ser visitada, até 21 de julho. Atualmente, o MALG expõe o Projeto Intercâmbio Internacional de Miniarte, da Associação de Artistas Plásticos do RS - Chico Lisboa. Artistas internacionais e nacionais, incluindo o módulo Pelotas com professores, alunos e ex-alunos do IAD, em exposição até o dia 30 de junho.

MALG - Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo
Rua General Osório, 725. Pelotas, RS - Brasil.
Horário de Visitação: De Segunda a Sexta, das 8h30min às 17h30min
Quartas, das 8h30min às 20h30min
Sábados, das 14h às 17h30min

enviado pela amiga Helena Dias

27 de jun. de 2007

Patricia Lima em uma obra delicada e comunicativa

Aqui uma sujestão enviada pela amiga Marcela Vianna: Patricia Lima em seu site apresenta a sua obra que é delicada e singela, bem acabada e comunicativa. São bonecos de massinha de modelar, ilustrações, esculturas em papel, arte digital e outras técnicas que se colocam numa mesma linguagem.

Vale a pena conferir um pouco desta arte em http://patricialima.art.br/ que agora já faz parte do CulturaLIVRE.

16 de abr. de 2007

quadrinhos digitais confeccionados no FISL 8.0

por Karlisson de Macêdo Bezerra
A arena de programação virou arte e foi tomada por nerds artistas às 15:30h do terceiro e último dia do FISL. Linhas de código e desafios de programação deram lugar a curvas, cores e olhares admirados com o que se pode produzir artisticamente com software livre. Foi o I LGM - Libre Graphics Meeting Brasil, organizado por Aurélio Heckert, Valéssio Brito e João Calligaris. Foi muito proveitoso, aprendi umas coisinhas legais no Inkscape e tive a oportunidade de ensinar algumas outras aos mestres!

veja o original no blog do Nerdson não vai à escola

24 de mar. de 2007

18 de mar. de 2007

2º Festival Multimídia de Cultura Livre do Brasil

Acontece paralelo ao FISL 8.0 - Fórum Internacional de Software Livre, que acontece em POA de 12 a 14 de abril de 2007. A mostra TV LIVRE CRIEI, TIVE COMO! tem como principal objetivo consolidar um espaço de exibição e difusão da produção audiovisual livre das restrições do copyright tradicional. A mostra pretende reunir programas diversos e personalidades ligadas à Cultura Livre. As propostas deverão ser encaminhados por correio, acompanhadas da ficha de inscrição preenchida e assinada, até dia 23 de março. O custo de envio dos trabalhos para a seleção corre por conta dos proponentes. A confirmação do recebimento da inscrição será comunicada por e-mail. A ficha de inscrição pode ser encontrada em http://www.vjpixel.net/tvctc.rtf Os vídeos e filmes inscritos devem ser encaminhados para:

TV Criei, Tive Como!
Cine Falcatrua
Caixa Postal 010006
Vitória - ES
CEP 29001-970


27 de nov. de 2006

A BODY ART (arte corporal)

A Body Art (do inglês, arte do corpo) está associada à arte conceitual e ao minimalismo. É uma manifestação das artes visuais onde o corpo do artista é utilizado como suporte ou meio de expressão.
O espectador pode atuar não apenas de forma passiva, mas também como voyeur ou agente interativo. Via de regra, as obras de body art, como criações conceituais, são um convite à reflexão.
Foi na década de 1960 que essa forma de arte se popularizou e se espalhou pelo mundo. Há casos em que a body art assume o papel de ritual ou apresentação pública, apresentando, portanto, ligações com o Happening e a Performance. Outras vezes, sua comunicação com o público se dá através de documentação, por meio de vídeos ou fotografias.

Suas origens encontram referências no início do século XX, na premissa de Marcel Duchamp em que "tudo pode ser usado como uma obra de arte", inclusive o corpo. Além de Duchamp, podem ser considerados precursores da body art o francês Yves Klein, que usava corpos femininos como "pincéis vivos", do americano Vito Acconci e do italiano Piero Manzoni.
Algumas das criações mais perturbadoras da body art foram realizadas durante protestos por direitos humanos relacionados à Guerra do Vietnã e ao Watergate.
Outros artistas criaram obras dolorosas, que implicavam em atos de auto-mutilação e auto-flagelação. Essas obras chegaram ao seu extremo com os Ativistas de Viena (ou accionistas) e com o também austríaco Rudolf Schwarzkogler, que mutilou seu pênis.

Estas ações de performaces são encaradas como arte. Tanto que estão catalogadas em livros: Arte Contemporânea "Uma história Concisa" de Michael Archer (pág. 114), toda via tem o que gostamos e o que não gostamos, e a maioria das pessoas acredita que aquelas ações mais severas, eram distúrbios psicológicos.