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15 de nov. de 2007

25 de set. de 2007

Grupo Pulsares abre exposição nesta quarta no MALG


O MALG e a SaMALG têm o prazer de convidar para a primeira exposição do Grupo Pulsares realizada na cidade de Pelotas. Constituído por professores e estudantes do Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Pelotas, e coordenado pela professora e curadora Neiva Bohns (IAD/ UFPel), o grupo tem como objetivo desenvolver projetos que associem a produção contemporânea em artes visuais a reflexões sobre a importância da preservação do patrimônio público de valor artístico, histórico e cultural. Participam da mostra os jovens artistas e designers Francisco Zanetti, Tatiane Kuhn e Fabiane Luckow, que partiram de suas próprias experiências no espaço urbano do centro histórico da cidade de Pelotas para produzir trabalhos em mídia digital. O projeto educativo que acompanha a exposição será coordenado pela artista e professora Vivian Herzog, e tem como objetivos desenvolver as capacidades perceptivas e criativas de crianças, jovens e adultos, assim como a consciência da necessidade de preservação do patrimônio público. A vernissage será em 26 de setembro, quarta-feira, às 18 horas. A exposição poderá ser visitada até 14 de outubro.

20 de set. de 2007

4 anos do CDM


Exposição C.D.M. admite: 4 anos de embuste (não mais preocupado com a própria direção)

O Coletivo C.D.M. - Centro de Desintoxicação Midiática comemora 4 anos com exposição em Pelotas.

O grupo de autoproclamados “pseudo-artistas” mostra seu trabalho no Fondo Blanco Restobar em Pelotas, de 21/09 a 05/10, em comemoração aos 4 anos de atividade – ou melhor, em comemoração aos 4 anos de embuste do grupo. Com a participação da convidada cornflake, a mostra fica disponível para visitação no local de segunda a sexta à noite.

Após aparições nem sempre furtivas e muitas vezes involuntárias do coletivo por eventos em cidades tão diversas quanto São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Vitória, Curitiba, Porto Alegre e Pelotas, esta será a segunda vez que o C.D.M. escancara (de forma independente) seu trabalho para o público com local, período e hora definidos. Isso porque o espaço tradicional das intervenções do C.D.M. é o tecido urbano, onde já realizou mais de 10 Re-ações que lançam mão de recursos e técnicas simples (como lambe-lambes, stickers, banners reutilizados e estênceis aplicados em tapumes visualmente poluídos e no envelopamento de suportes de mídia exterior), além da veiculação de vinhetas em sistemas de propaganda de áudio na via pública.

O local da exposição, cedido ao Coletivo de maneira incondicional pelos proprietários, não poderia ser mais apropriado para um evento do grupo. Muito longe de ser um lugar que se autodefine cult mas não passa de um fake - como não raro ocorre na noite pelotense - o Fondo Blanco mistura autenticidade e simplicidade com uma capacidade de se reinventar sem perder a essência, o que garantiu ao restobar a fidelidade de um público que consolidou o local como uma importante referência na cena cultural e gastronômica da cidade.

Exposição C.D.M. admite: 4 anos de embuste (não mais preocupado com a própria direção) fica aberta gratuitamente ao público de 22/09 a 05/10, de segunda a sexta-feira das 20h00 às 23h30. Fondo Blanco Restobar: rua Voluntários da Pátria, 771 – Centro, Pelotas – RS

Coletivo C.D.M. – Centro de Desintoxicação Midiática – www.grupocdm.org

SANTANA, Carlos; BERG, Jan; VENCESLAO, Juliano.

“Parece-me oportuno examinar o conjunto de ações-ambientes do coletivo C.D.M. pelo seu caráter de não-ineditismo. Parte desta produção já transitou por alguns lugares – paredes, muros, tapumes de construção civil, paradas de ônibus, postes de iluminação pública e, até mesmo, instituições disciplinares. Cabe ressaltar que tal abordagem não enfraquece a potência de suas ações. Observadas sob a ótica do já-visto, tais interferências tornam-se “re-ações públicas”[1], configurando uma espécie de looping em contra-ataque. Por meio desta mostra, o coletivo C.D.M. nos apresenta um acervo que deflagra um dos sintomas da coréia artística atual – a subversão de técnicas e artifícios da comunicação, manipulando suas linguagens ao avesso.

De resto, podemos constatar que, não só, “a propaganda está cada vez melhor”[2], como também, a arte está...”
Athaíde Rodrigues

Conhecido e ativo crítico de arte do centro-sul do Brasil

[1] Termo cunhado pelo coletivo C.D.M. para designar suas ações-ambientes.

[2] Referência à Re-ação Pública V, realizada em 2006, na cidade de Pelotas.

18 de set. de 2007

Campanha Pela cultura da Paz no dia-a-dia




Quando fui procurado pelos amigos Ricardo Rojas e Simone Ramos, numa noite dessas para uma campanha da Paz, trocamos várias idéias e rapidamente chegamos a conclusão que seria muito importante uma movimentaçao pela internet, mais precisamente no site de relacionamentos do orkut. O ciberativismo faz suas ações de diversas formas, assinando documentos para reivindicar soluções e deliberações em âmbito legal e político, através de hackers e em campanhas através de sites e blogs. A nossa campanha PELA CULTURA DA PAZ é específica da cultura visual, onde para participar basta trocar a sua foto no perfil pela foto da campanha e/ou deixar em seus recados e nos dos seus amigos, a imagem adequada para recados. Aqui estão as duas imagens que fiz: Uma para perfil e outra para recados.
Mãos porque a paz deve ser constrúida por mulheres e homens; com todas as cores, pela diversidade a ser preservada contra os conflitos etnicos e de raça; não coloquei a corriqueira pomba branca, por que está muito identificada com os movimentos de paz feita no calor de atentados e quando a elite se vê afetada pela violência que ela mesmo contruiu; e por fim, utilizamos a Internet pela possibilidade de mobilização viral que a cibercultura proporciona!
Participe do nosso movimento colando as imagens no orkut.

8 de ago. de 2007

Rodrigo Castro de Jesus e Helene Sacco no MALG em agosto


O MALG e a SaMALG tem o prazer de convidar para a exposição dos Artistas Selecionados pelo Edital 2007, Rodrigo Castro de Jesus e Helene Sacco. A abertura será em 9 de agosto, quinta-feira, às 18 horas. A exposição poderá ser visitada até 25 de agosto.

Atualmente, o MALG expõe os trabalhos dos artistas Antônio Augusto Bueno, Vivian Herzog e Ricardo Rocha.


MALG - Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo.
Rua General Osório, 725. Pelotas/RS - Brasil.
Horário de Visitação: De Segunda a Sexta, das 8h30min às 17h30min
Quartas, das 8h30min às 20h30min
Sábados, das 14h às 17h30min

29 de jul. de 2007

O som instrumental e as cordas intuitivas de Celso Krause no Palco MP3

Celso Krause apresenta seu trabalho no Palco MP3. Entre as canções estão Agosto, Arabesque, Insigh, Grande Hotel, Bah Loucura, Acid, Estourando Pipoca e outras não menos importantes. "Escolhi algumas musicas entre meus 4 cds gravados para colocar a disposição" comenta Krause que oportuniza aos internautas escutarem inclusive, faixas inéditas do seu trabalho através do palco mp3, que é espaço para o músico alternativo.
A história de Celso Krause remonta a década de 80 com estudo e atuação na cena musical. O som instrumental de Krause com suas cordas intuitivas, apresentam qualidade e talento ao mesmo tempo que convidam para viajar no mundo da imaginação fértil, característica típica dos ouvintes instrumentais.
A diversidade temática dos trabalhos, fazem que a viajem de uma música, se amplifique e se alterne quando escutamos o resto da sua obra.
Entre os vários grupos formandos com a presença de Celso Krause destaca-se o Fenemê com atuação durante os anos 90, composto na época por Carlos Ferreira (violão), Maurício Veiras (bateria), o paulistano Alex Chagas (baixista), Eduardo Varela (pianista), Daniel Zanotelli (saxofone e flauta) e Renato Gervini (compositor e percussionista).
Em outra formação mais recente, O Fenemê conta com Ênio Sieburger (percussão) e Daniel (sax alto).
As músicas "Estourando Pipoca" e "Beba do Blues" são do último cd independente de Celso Krause intitulado "Bossa'n'dombe".
Para adquirir mais informações e escutar o trabalho de Celso Krause acesse http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/celsokrause/

21 de jul. de 2007

AUTO-RETRATO NA SALA DE FAX - ALEX CABISTANI


I - "Ensaios mil e agora este improviso.../ A história é fútil, mas a casa é cheia.../ Os contra-sensos turvam meu juízo.// O que será menos falso afinal:/ A minha tristeza dissimulada/ Ou esta alegria profissional?!" Inauguração;
II - "Mas essa dor na consciência de quem/ Não engole livros por pressão vã.../ Faria Mestrado em Protelações/ Se eu morresse amanhã!" (...) Flauta Doce;
III - "Eras linda como um anjo,/ Agora não lembro mais./ Não guardei nenhuma foto,/ Sonhei nós dois imortais./ O teu endereço eu tenho,/ Mas tu não moras mais lá..." Acontecer;
IV - "Voltei pra casa descalço./ Troquei um sonho deserto/ De laranjas não provadas/ Por rosas embriagadas/ De um beijo alcoólico a três." Amaro;
V - "Bíceps/ tórax/ cóccix/ sexo/ ficções./ Animal desejo de ser gente.// A adolescência é um estado de espinhas." Tardes de Primavera;
VI - "Eu não provei de vosso vinho,/ De vossos canapés azinhavrados,/ Não mendiguei lassos prefácios nem orelhas,/ Não masturbei vossos lingotes mal lavrados./ Eu não confraternizei./ Fui antipático. Anti-séptico. Anti-society./ Não arrotei vosso peru brindando Sprite." (...) Ouropel;
VII - "Quando pequeno,/ Era uma criança sem graça./ Com o tempo, as coisas mudaram:/ Hoje sou um adulto sem graça." Metamorfose;
VIII - "Morreu implorando por um abraço,/ Sufocado pelo excesso de nada,/ Num ritual de dor solitário e drástico./ Pobre garoto urbano!/ Seus companheiros eram de plástico,/ E seus universos, de pedra..." In vitro;
IX - "Não sintam muito. Não lamentem./ Eu tenho o respaldo dos deuses./ Andarilho errante/ Nesta marcha acertada.// Sobre paralelepípedos/ Sobre o musgo da História/ Eu vou fazendo/ A minha história." Errante.

1 de jul. de 2007

Joseph Beuys: "A revolução somos nós!"

Joseph Beuys morreu no dia 23 de janeiro de 1986, exatamente 20 anos atrás. Museus em Berlim, Munique, Düsseldorf, Bonn e Kleve dedicam exposições em homenagem a um dos mais influentes artistas do século 20.
É difícil dissociar a pessoa Joseph Beuys (1921–1986) de sua obra. Até a marca registrada deste artista-personagem de si mesmo – o chapéu Stetson ­– fazia parte de um amplo programa estético: "Neste momento, eu mesmo sou a obra de arte. Apenas insinuo uma direção no desdobramento, ou seja, indico que, nesta realização de tornar o mundo uma obra de arte, qualquer pessoa pode fazer parte, em potencial. Daí toda esta história de chapéu, que encaro como a tragicomédia da arte do nosso tempo".

"Qualquer pessoa é artista"

Com esta famosa máxima, geralmente mal entendida, Beuys se aproximava da concepção de arte do movimento Fluxus, do qual fez parte, mas também se manteve distante. A idéia era abolir a hierarquia entre artista e observador, produtor e consumidor, destacando o papel ativo e criador da recepção.
Apesar de o Fluxus europeu, cujo importante centro foi Düsseldorf, cidade onde Beuys vivia, ter optado por não incluir o público diretamente em seus happenings, ao contrário da corrente americana, o impulso era promover o observador participante a co-autor da obra. Contraditoriamente, Beuys foi um grande encenador de sua imagem como artista à parte, com sua aura messiânica, verve de pregador e iniciativa de líder político. Com uma "concepção de arte ampliada" e a idéia de "escultura social", o artista radicalizou as fortes tendências artísticas dos anos 60 que priorizavam o processo de criação e de atuação política à criação de um objeto de arte consumível.


"Os mistérios ocorrem na estação ferroviária"

O ativismo de Beuys, que a partir de 1961 assumiu a cadeira de Escultura da Academia Estatal de Arte de Düsseldorf, onde ele mesmo havia estudado, se mesclou ao movimento estudantil. Em 1967, Beuys criou o Partido Estudantil Alemão, em reação ao assassinato do estudante Benno Ohnesorg, baleado pela polícia numa manifestação em protesto à visita do xá do Irã Reza Pahlevi, em Berlim.
Contrário à submissão da educação a estruturas institucionais, Beuys começou sua guerrilha dentro da universidade onde ensinava, permitindo em sua classe alunos reprovados no exame de aptidão. Em 1972, após ocupar a secretaria da universidade com um grupo de estudantes reprovados, exigindo sua admissão, Beuys foi demitido do cargo pelo então secretário de Ciência e Pesquisa do Estado da Renânia do Norte-Vestfália e futuro presidente da Alemanha, o social-democrata Johannes Rau.


"Democracia é uma coisa engraçada"

Após uma longa disputa jurídica, onde contou com o apoio público de artistas e escritores como Gerhard Richter, Heinrich Böll e Peter Handke, Beuys foi reabilitado, reassumindo sua cadeira em 1978. A carreira política do artista prosseguiria com as candidaturas ao Parlamento da Europa (1979) e à Assembléia Legislativa da Renânia do Norte-Vestfália (1980) pelo recém-fundado Partido Verde. Sua missão educativa se expandiria com a criação da "Universidade Internacional Livre", palco de muitos de seus projetos e atuações.
Ao mesmo tempo em que propagava uma democracia de base, uma reivindicação central de agrupamentos fundados por ele, como a Organização dos Não-Eleitores (1970) e a Organização por Democracia Direta através de Plebiscito, entre outros, Beuys era criticado por seus correligionários por seu suposto messianismo, prática demagógica, intolerância e tentativa de personalizar em sua própria figura ações coletivas.


"O cosmos é o enigma; o ser humano, a solução"

Não são poucas as histórias que contribuíram para a criação da aura em torno de Beuys. Mas há uma fundamental. Nascido em Krefeld, em 12 de maio de 1921, ele optou espontaneamente por lutar na Segunda Guerra, sendo recrutado em 1940.
Em 1943, o avião de guerra onde ele fora escalado como operador de rádio caiu na Criméia, onde foi salvo por nativos. Segundo sua versão da história, considerada fantasiada por alguns, o que o salvou foi o fato de os nativos tártaros o terem coberto de gordura e enrolado em feltro.

Feltro, gordura, cobre e cera, materiais básicos na obra de Joseph Beuys, são recombinados nos mais diversos objetos, instalações e performances, ao lado de materiais perecíveis, que sujeitam o objeto de arte à transformação ao longo do tempo.
Por maior que seja a ênfase na matéria, os processos invisíveis implícitos na concepção de suas obras, derivados da alquimia e da antroposofia, atribuem um caráter ritualístico ao processo de criação artística, transferindo para o objeto uma força a ser retransmitida ao receptor.


"Arte = Capital"

Entre as idiossincrasias de Beuys está a mistura de repertórios dificilmente compatíveis, pelo menos no senso comum: simbologia cristã e marxismo, Ocidente e Oriente (uma junção cristalizada na idéia ampliada de Eurásia, presente em algumas de suas performances e instalações), mitologia celta e Fluxus, um ecletismo também evidente no repertório das suas referências históricas, teológicas e estéticas, de Ignácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, a Gengis Khan, soberano mongol, passando pelo gângster americano John Dillinger e o marco da literatura moderna James Joyce. Apesar de ter aberto caminhos fundamentais para a arte contemporânea com sua "concepção de arte ampliada", Joseph Beuys dificilmente pode ser imitado, sem que o imitador caia em epigonismo. Talvez pelo fato de o seu trabalho ser tão radicalmente uma conseqüência direta da sua pessoa.


"Minha arte é política de libertação"

"Assim como o ser humano não existe, mas tem que surgir primeiro, a arte também tem que surgir, pois ainda não existe", diz uma das máximas do artista, para quem o objeto de arte não deveria se prender a nenhuma regra apriorística ao processo de criação. "Intuição em vez de livro de receitas", diz a outra máxima.
A obra de Beuys, representada nos mais importantes museus internacionais de arte moderna e contemporânea, está em grande parte concentrada nos arredores de Kleve, no oeste alemão, onde ele viveu. O museu de arte do Castelo Moyland, nas imediações, tem o maior acervo do artista, seguido pelo Museum Kurhaus Kleve, o Block Beuys, em Darmstadt, os museus de arte de Bonn e Düsseldorf, Museu Ludwig, em Colônia, e Galeria Staedel, em Frankfurt. O museu de arte contemporânea Hamburger Bahnhof, em Berlim, abriga o arquivo de mídia do artista.


fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,1865235,00.html

Aula Inaugural do Curso de Cinema e Animação do IAD/UFPEL

O Centro de Integração do Mercosul (auditório Simon Bolívar), recebe o realizador e produtor de filmes Gustavo Spolidoro que acompanhará nesta quarta-feira, as 19h a exibição dos filmes: Outros, de Gustavo Spolidoro, 2000 (curta-metragem) e Cão Sem Dono, de Beto Brant e Renato Ciasca, produção executiva de Gustavo Spolidoro, 2007 (longa metragem). Depois vai rolar uma conversa com o Gustavo. Apareçam, é "de grátis"!


dica da amiga Andrea Schönhofen

29 de jun. de 2007

Fernando Duarte e Renato Amui Palis dia 4 de julho no MALG

O MALG e a SaMALG tem o prazer de convidar para a exposição dos Artistas Selecionados pelo Edital 2007, Fernando Duarte e Renato Amui Palis. A vernissage será em 4 de julho, quarta-feira, às 18horas. A exposição pode ser visitada, até 21 de julho. Atualmente, o MALG expõe o Projeto Intercâmbio Internacional de Miniarte, da Associação de Artistas Plásticos do RS - Chico Lisboa. Artistas internacionais e nacionais, incluindo o módulo Pelotas com professores, alunos e ex-alunos do IAD, em exposição até o dia 30 de junho.

MALG - Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo
Rua General Osório, 725. Pelotas, RS - Brasil.
Horário de Visitação: De Segunda a Sexta, das 8h30min às 17h30min
Quartas, das 8h30min às 20h30min
Sábados, das 14h às 17h30min

enviado pela amiga Helena Dias

27 de jun. de 2007

Patricia Lima em uma obra delicada e comunicativa

Aqui uma sujestão enviada pela amiga Marcela Vianna: Patricia Lima em seu site apresenta a sua obra que é delicada e singela, bem acabada e comunicativa. São bonecos de massinha de modelar, ilustrações, esculturas em papel, arte digital e outras técnicas que se colocam numa mesma linguagem.

Vale a pena conferir um pouco desta arte em http://patricialima.art.br/ que agora já faz parte do CulturaLIVRE.

23 de abr. de 2007

Ficou Tão bom, que até tinha me esquecido!

Tinha até me esquecido de tão bom que ficou! É a novo logo da Prefeitura de Pelotas, que foi lançada no dia 6 de abril e publicada nos jornais locais. Essa, eu diria, é um bom exemplo de conexão entre a marca, logo, cara, e o contéudo que ela expressa. Numa análise rápida:
Logo quadrada, sem uma identidade;. letra simples sem nenhuma novidade; utilização inadequada do brasão da cidade (acho que é até ilegal utilizar o brasão numa logo de gestão), com pendência, desequilíbrio, mais para um lado, do que para o outro; parece ter sido feita em um software de texto e não de confecção de imagens gráficas. É a cara da nossa atual gestão, sem sal e sem conteúdo!

16 de abr. de 2007

quadrinhos digitais confeccionados no FISL 8.0

por Karlisson de Macêdo Bezerra
A arena de programação virou arte e foi tomada por nerds artistas às 15:30h do terceiro e último dia do FISL. Linhas de código e desafios de programação deram lugar a curvas, cores e olhares admirados com o que se pode produzir artisticamente com software livre. Foi o I LGM - Libre Graphics Meeting Brasil, organizado por Aurélio Heckert, Valéssio Brito e João Calligaris. Foi muito proveitoso, aprendi umas coisinhas legais no Inkscape e tive a oportunidade de ensinar algumas outras aos mestres!

veja o original no blog do Nerdson não vai à escola

4 de jan. de 2007

A FINALIDADE DA CIÊNCIA - Bertold Brecht (poesia)

A FINALIDADE DA CIÊNCIA
Bertold Brecht

Entretanto, seremos ainda cientistas,
se nos desligarmos da multidão?
Os movimentos dos corpos celestes
se tornaram mais claros;
mas os movimentos dos poderosos continuam
imprevisíveis para os seus povos;
A luta pela mensuração do céu
foi ganha através da dúvida;

e a credulidade da dona-de-casa romana fará que
ela perca sempre de novo a sua luta pelo leite.
A ciência, Sarti, está ligada às duas lutas.

Enquanto tropeça dentro de sua bruma
luminosa de superstições e afirmações antigas,
ignorante demais para desenvolver
plenamente as suas forças,
a humanidade não será capaz de desenvolver
as forças da natureza que vocês descobrem.

Vocês trabalham para quê?
Eu sustento que a única finalidade da ciência
está em aliviar a canseira da existência humana.

E se os cientistas,
intimidados pela prepotência dos poderosos,
acham que basta amontoar saber,
por amor do saber,
a ciência pode ser transformada em aleijão,
e as suas novas máquinas serão novas aflições,
nada mais.

Com o tempo,
é possível que vocês descubram
tudo o que haja por descobrir,
e ainda assim o seu avanço
há de ser apenas um avanço
para longe da humanidade.



Bertold Brecht (1898-1956), Vida de Galileu Galilei.
Escrita em 1938-39, Alemanha.



29 de dez. de 2006

Arte libertária na ruas com o C.D.M. "Centro de Desintoxicação Midiática"



O grupo C.D.M. reside em Pelotas e apresenta um trabalho ativista. Os caras são 10. Certa feita, no já encerrado programa Icônico, que eu apresentava com o Emerson Ferreira na Rádio COM, o C.D.M. "Centro de Desintoxicação Midiática", esteve no estúdio para divulgar seu trabalho.
A crítica à arte institucional e a divulgação de suas imagens através de panfletagens e colagens são o forte do grupo que produz em espaço alternativo (garagem). fazem ações gráficas urbanas, exposições em espaços experimentais e discussões a cerca da arte contemporânea.
Acima é uma foto de participação do grupo em um workshop
Abaixo, uma das imagens do "Re-ação Pública IV" promovido pelo grupo. O C.D.M. é composto pelo Ricardo Mello, Leonardo Furtado, Eduardo Montagna e o Pablo de la Rocha.
Podemos visitar os espaços virtuais do grupo: site e fotolog.
"Toda a Força aos Pseudo-artistas", Toda a força ao C.D.M."


Manifeso C.D.M. Pelotas