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13 de mar. de 2008

Mulheres da Via Campesina Ocupam Stora Enso no RS-Parte 1/2

Mulheres da Via Campesina Ocupam Stora Enso no RS-Parte 2/2

Participe da campanha por biocombustíveis sustentáveis


Todo dia 820 milhões de pessoas passam fome enquanto os preços dos alimentos aumentam pelo mundo todo – do México ao Marrocos. O que isso tem a ver com os biocombustíveis? A terra que deveria produzir alimentos para seres humanos está sendo substituída para produzir comida para automóveis.1

Os biocombustíveis deveriam ser uma alternativa para o consumo do petróleo, recurso não renovável, poluidor e motivador de conflitos sociais pelo mundo. Porém temos que ter cuidado para que a solução não se torne o problema. Com os fortes incentivos governamentais, o crescimento desenfreado da produção de biocombustíveis está trazendo graves conseqüências sociais e ambientais como o desmatamento, a monocultura, grande emissão de carbono e o aumento do preço dos alimentos.2

Nem todos os biocombustíveis são ruins, a cana de açúcar brasileira por exemplo é mais eficiente que o milho dos EUA. Por isso precisamos de padrões globais para garantir que eles sejam produzidos de uma maneira correta sem comprometer a segurança alimentar da população, sem aumentar a desigualdade social, nem contribuir para o desmatamento. Participe da campanha por biocombustíveis sustentáveis, clique no link para enviar uma mensagem para seu representante:

http://www.avaaz.org/po/biofuel_standards_now/12.php?cl=61389439

29 de jan. de 2008

Boletim da Fepam alerta que todos os pontos do Laranjal, em Pelotas, estão impróprios para banho

O boletim da balneabilidade divulgado nesta sexta-feira (25) pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – Fepam, confirma as boas condições para banho em praias e balneários do Estado. Entretanto, salienta que todos os pontos monitorados na Praia do Laranjal, em Pelotas, apresentam altos índices de coliformes fecais. Valores elevados também foram observados em três pontos da Região Hidrográfica da Bacia do Uruguai. No Litoral Norte, a Foz do rio Mampituba, em Torres, continua imprópria.

A divulgação da balneabilidade do Litoral Norte e das Bacias Hidrográficas da Região do Uruguai e do Lago Guaíba foi feita pelo gerente da regional da Fepam no Litoral Norte (Gerlit), Mattos’Allem Roxo. A apresentação dos relatórios dos litorais Médio e Sul ficou a cargo do gerente regional do Litoral Sul (Gersul), Francisco Finger, em Pelotas.

A Fepam adverte que nesta semana todos os pontos analisados na Praia do Laranjal/Pelotas, no Litoral Médio, estão impróprios. Na Bacia Hidrográfica da Região do Uruguai, três pontos não apresentam condições para banho, pois foram observados altos índices de coliformes fecais por 100ml de água.

A Fepam realiza o Projeto Balneabilidade desde 1979 e inclui, nesta temporada, a coleta de amostras em um total de 88 pontos de 73 praias e balneários localizados em 45 municípios.

FEPAM

25 de set. de 2007

Quer ser sexy? Não fume!


da Folha Online: Apenas 9% dos brasileiros consideram sexy o ato de fumar, revela pesquisa Datafolha publicada na edição desta segunda-feira da Folha de S.Paulo (íntegra só para assinantes da Folha ou do UOL). O resultado aponta que a imagem sexy do cigarro, construída pelo cinema e pela publicidade por mais de 50 anos, caiu no Brasil. Os que discordam da imagem somam 85%, e 6% não têm opinião. De acordo com o levantamento, 83% dos entrevistados aprovam as campanhas contra o fumo. A reportagem mostra que só 12% dos entrevistados consideraram as peças "exageradas, mostrando os males causados pelo consumo de cigarros de maneira sensacionalista". Para o levantamento, foram ouvidas 2.771 pessoas a partir de 16 anos em 164 municípios do país nos dias 14 e 15 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u330873.shtmlEsta
Também no blog: amoraspalavras.zip.net.

23 de ago. de 2007

Por uma pesca Justa e Sustentável - AVAAZ.ORG


Os peixes estão desaparecendo dos oceanos e os pescadores estão puxando redes vazias para os seus barcos. A causa dessa crise pesqueira é a pesca predatória massiva feita por frotas pesqueiras financiadas por bilhões de Euros em subsídios. É um comércio que prejudica o pescador pequeno, incentiva a super exploração e está matando nossos oceanos. 90% de espécies grandes como o atum e o peixe espada já desapareceram. Se isso continuar a população de peixes cairá para níveis irecuperáveis, destruindo ecossistemas e prejudicando mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo cuja principal fonte de proteína é o peixe. Mês que vem a Organização Mundial do Comércio estará elaborando uma nova regulamentação para subsídios pesqueiros. Esse mês eles estarão consultando os Ministros das Relações Exteriores para a elaboração dessas regras. Isso nos dá a oportunidade perfeita para dizer aos ministros do mundo todo para opor os subsídios responsáveis pela pesca predatória e apoiar uma pesca justa e sustentável.

MANDE UM E-MAIL PARA O MINISTRO EM
http://www.avaaz.org/po/make_fishing_fair/?cl=16450651

18 de jul. de 2007

projetar soluções originais e de baixo custo para os 90% da população mundial que não tem acesso à infra-estrutura básica.

Noventa por cento da população total do mundo de 6.5 bilhões de pessoas não tem acesso à maioria dos produtos e serviços que os países desenvolvidos têm com facilidade. 5,8 bilhões de seres humanos não têm acesso regular a alimentos, água limpa, transporte, saúde ou moradia. O projeto “Design for the Other 90%” explora um movimento crescente entre designers, engenheiros, estudantes, professores, arquitetos e empreendedores sociais, cujo objetivo é projetar soluções originais e de baixo custo para esses “outros 90%.” Com parcerias locais e globais, os indivíduos e as organizações estão encontrando maneiras originais de superar os desafios básicos da sobrevivência humana, trazendo progresso para as populações mais pobres e marginalizadas do mundo todo.

Retirado de http://other.cooperhewitt.org/about/

15 de jul. de 2007

São Paulo deverá ter aquecimento solar em novas edificações

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou projeto de lei que incorpora ao código de obras do município (lei número 11.228/1982) a obrigação da instalação de aquecimento solar em várias tipologias de edificação: residências, apartamentos, comércio, serviços e indústria.
O projeto aprovado foi enviado à Câmara pelo prefeito Gilberto Kassab e foi incorporado como substitutivo a um projeto que já tramitava na Câmara. O prefeito tem agora 15 dias para sancionar a lei, que entrará em vigor a partir da data de sua publicação.A nova lei obriga a instalação de aquecimento solar em residências unifamiliares e em apartamentos com 4 banheiros ou mais.
Residências unifamiliares ou apartamentos com até 3 banheiros precisam ser preparadas pelos empreendedores para a instalação futura dos aquecedores solares, isto é, deverão contar com instalações hidráulicas que permitam a instalação do reservatório térmico e das placas coletoras de energia solar.

Além das novas edificações residenciais, também são obrigados a terem aquecedores solares instalados as novas edificações construídas na cidade para a instalações de atividades de comércio e serviços como hotéis, motéis e similares, clubes esportivos, casas de banho e sauna, academias de ginástica e lutas marciais, escolas de esportes, estabelecimentos de locação de quadras esportivas, clínicas de estética, institutos de beleza, cabeleireiros e similares, hospitais, unidades de saúde com leitos, casas de repouso, escolas, creches, abrigos, asilos e albergues, quartéis e lavanderias industriais, de prestação de serviço ou coletivas, em edificações de qualquer uso, que utilizem em seu processo água aquecida.

Novas edificações industriais também são obrigadas a terem aquecedores solares instalados, se a atividade específica demandar água aquecida no processo de industrialização ou, ainda, quando disponibilizar vestiários para seus funcionários.

“A aprovação culmina um processo de discussão de mais de dois anos entre a sociedade civil e a Prefeitura Municipal de São Paulo, e é uma grande vitória para a energia renovável, descentralizada e sustentável”, comentou Délcio Rodrigues, pesquisador associado ao Vitae Civilis e coordenador da Iniciativa Cidades Solares.

“A nova lei representa um grande desafio para todos aqueles preocupados com a preservação do clima do Planeta e a Iniciativa Cidades Solares está pronta para colaborar com a Prefeitura e com as construtoras criando cursos para arquitetos e projetistas visando a aplicação da lei com a mais alta qualificação técnica”, comentou Carlos Faria, diretor executivo da associação de fabricantes de equipamentos solares DASOL Abrava e também coordenador da Iniciativa Cidades Solares.

“Gastamos no Brasil aproximadamente 8% de toda a eletricidade gerada para aquecimento de água no setor residencial. Os chuveiros instalados no Brasil são responsáveis por mais de 20% do pico de demanda do sistema elétrico. A lei de São Paulo, e a replicação que esperamos desta, certamente contribuirá para aliviar a pressão pela construção de novas usinas”, comentou Rodrigues. ”O aquecimento solar finalmente começa a contribuir com a preservação da biodiversidade e do clima do Planeta”, finalizou Rodrigues.


Fonte: Instituto Ethos
Data: 3/7/2007

13 de jul. de 2007

Live Earth contra o aquecimento global

No sábado centenas de milhões de pessoas de todo o mundo assistiu os shows do Live Earth contra o aquecimento global. Será que os shows vão ter um impacto? Isso depende de nós. Uma solução para o planeta vai depender de mais do que sete shows – depende de nós, milhões de pessoas de todos os cantos do planeta se unindo para pressionar nossos governos e empresas para agir também. A carta de compromisso é mais do que uma petição, ela é um comprometimento pessoal para as sete coisas simples que todos nós podemos fazer, e um desafio para os líderes nos apoiarem antes que seja tarde demais.

Leia e assine a carta. Depois espalhe para seus amigos: http://www.avaaz.org/po/global_climate_movement

Quando se trata do planeta, devemos ser mais do que espectadores. A carta de compromisso é o principal propósito do Live Earth, ela define a ação depois de discurso e mostra o que fica depois que os shows acabam.

Acrescente seu nome clicando no link: http://www.avaaz.org/po/global_climate_movement

Essa semana nós podemos atingir milhares de pessoas e chegar á todo o planeta. Vamos fazer deste movmento um movimento global imbatível. A crise climática demanda nada menos do que isso.
Com esperança,

Paul, Graziela, Ricken, Ben, Hannah, Iain, Galit e toda a equipe Avaaz


Eu prometo:

1.A exigir que meu país participe de um tratado internacional nos próximos 2 anos, que reduza em 90% a poluição responsável pelo aquecimento global nos países desenvolvidos e em mais de 50% em todo o mundo, para que a próxima geração herde um planeta saudável;

2.A assumir atitudes individuais para solucionar a crise climática, reduzindo ao máximo as minhas emissões de CO2 e neutralizando o restante para me tornar uma pessoa "carbono neutra";

3.A lutar pela suspensão da construção de qualquer gerador de energia movido a carvão, que não tenha a capacidade de reter e armazenar o CO2 com segurança;

4.A trabalhar por um aumento significativo na eficiência do uso de energia da minha casa, trabalho, escola, espaço religioso e nos meios de transporte que utilizo;

5.A lutar por leis e políticas públicas que ampliem o uso de fontes de energia renováveis para reduzir a dependência do petróleo e carvão;

6.A plantar novas árvores e me unir a outras pessoas na preservação e proteção das florestas;

7.A comprar produtos de empresas e apoiar líderes que compartilham do meu compromisso em solucionar a crise climática e construir um mundo próspero, justo e sustentável para o século 21.

11 de jun. de 2007

Show do EUKALIPTO leva mais de mil pessoas ao Teatro Guarani

Ontem à noite entre 19:00e 24:00, o Teatro Guarani ficou com suas dependências lotadas para acompanhar o show do Eukalipto. Aproximadamente mil pessoas se encontravam presentes na apresentação que durou cinco horas conforme previsto no regulamento. depois da apresentação da FEPAM foi um alvoroço por parte do público de acompanhou um dos maiores espetáculos que a região já viu: O show do Eukalipto.
80% do público saudava Eukalipto com palavras de ordem e declarações de amor. Faixas preparadas só para a noite, tiveram que ser deixadas do lado de fora para melhor segurança do público que se manifestava de 3 em 3 minutos.
Pode parecer rancor de quem não gosta muito do som da banda e quer criticar, mas o show purpurinado, feito na noite de ontem não engana ninguém. Esta banda é playback que já escutei antes em outra bandas como "pesseguê" e "arrozados". Dizem que vaia de bébado não vale, mas a de público comprado muito menos. parecia Bra-Pel ou desfile militar na época da ditadura. tudo carta marcada, dizia um cidadão presente que se declarava indignado com o som da banda.
A cultura de Massa tem disso: vem banda de fora, agente compra gato por lebre pra produtores monopolistas levarem nossa mais valia em troca de uma miséria.
Na vinda pra casa pensei que tinhamos (os 20% que odiáram o som da banda) que pegar o microfone e dizer: isso aqui é uma palhaçada, não representa nada, é tudo carta maracada" e deveriamos ter saido em grupo. pelo menos não endoçariamos o show de som ruím que tive que escutar no guarani.

9 de jun. de 2007

Lula reivindica mais espaço nas discussões do G8

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reivindicou que o Brasil tenha maior peso nas decisões da reunião do G8, da qual participa como convidado.

"Nós somos convidados, não temos incidência sobre o resultado geral", disse Lula após uma reunião com os líderes dos quatro outros países emergentes convidados (China, Índia, México e África do Sul) para a reunião na Alemanha. Lula destacou como "importante", porém, o fato de as discussões do G8 (formado por Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália, mais a Rússia) não serem mais feitas "sem levar em conta países como o G5". Os cinco países já participaram das últimas duas reuniões de cúpula do G8, em Gleneagles, na Escócia (2005), e em São Petersburgo, na Rússia (2006).
A reivindicação de Lula foi feita com mais ênfase pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. "Não faz sentido de que chegamos lá quando o documento do G8 já está pronto", disse Amorim, acrescentando que os países reunidos no G5 representam metade da população do mundo. Um comunicado conjunto divulgado pelo Itamaraty informa que os líderes do G5 reafirmaram no encontro "sua convicção comum de que os países em desenvolvimento devem participar mais ativamente na consolidação de estratégias e iniciativas que lidem efetivamente com os desafios de um mundo globalizado e crescentemente interdependente".
Ainda segundo o comunicado, os cinco países, baseados em sua inegável força política e econômica, podem "contribuir decisivamente" para aumentar essa participação.

Comércio
Lula também voltou a cobrar avanços da Rodada Doha, de liberalização do comércio mundial no âmbito da OMC (Organização Mundial do Comércio). "O mundo rico precisa abrir mão dos subsídios e abrir seus mercados aos produtos agrícolas dos países em desenvolvimento." O presidente disse defender essa posição não só pelo Brasil que, segundo ele, tem competitividade em produtos agrícolas, mas principalmente em nome de países mais dependentes da exportação desses produtos.
Segundo Lula, os países em desenvolvimento estão dispostos a flexibilizar suas posições e a fazer sacrifícios, mas as concessões precisam ser "proporcionais". "Só o fato de ser o pobre já é um grande sacrifício." O presidente também cobrou ajuda dos países ricos para o cumprimento das metas do milênio estabelecidas em 2000 pela ONU. As metas, que incluem a redução da pobreza pela metade até 2015, foram discutidas na reunião do G5 nesta quinta-feira. Segundo Lula, os países ricos precisam fazer mais projetos de desenvolvimento nos países pobres.

Principais pontos do relatório da ONU sobre o clima

Cientistas de todo o mundo divulgaram nesta sexta-feira em Bangcoc, na Tailândia, a terceira parte do relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), da ONU.

O texto faz diferentes projeções sobre o impacto que as emissões de gases nocivos terão no meio ambiente e estima os custos econômicos das medidas ambientais na economia global. Confira abaixo alguns dos principais pontos desta parte do relatório.

EMISSÕES

- A emissão de gases nocivos ao meio ambiente aumentou 70% entre 1970 e 2004, chegando a 49 bilhões de toneladas por ano de dióxido de carbono;
- Entre 1990 e 2004, o aumento foi de 28%;
- A oferta de energia aumentou 145% entre 1970 e 2004;
- A eficiência energética não acompanhou o aumento da renda mundial e da população do planeta;
- Emissões podem aumentar entre 25% e 90% até 2030, em comparação com os níveis de 2000;
- Entre 66% e 75% deste aumento deve acontecer em países em desenvolvimento. A emissão per capita, no entanto, deve se manter abaixo do nível dos países ricos;
- Em 2004, países industrializados representavam 20% da população global e 46% das emissões.

CUSTOS

- Quanto maiores e mais rápidos forem os cortes nas emissões, maiores serão os custos;
- Mas as medidas podem ser relativamente modestas e as tecnologias existentes podem ser usadas. O custo de se agir agora ainda pode ser menor do que o custo caso não haja ação do homem;
- O IPCC trabalha com diferentes cenários:

  • Estabilizar as emissões em 445-535 partes por milhão (ppm) de dióxido de carbono limitaria o aquecimento global a 2º/2,8ºC. O impacto disso na economia mundial seria de até 3% do PIB mundial até 2030. No mesmo período, o impacto no crescimento projetado da economia seria de 0,12%.
  • Estabilizar as emissões em 535-590 ppm limitaria o aquecimento global a 2,8º/3,2ºC, com redução de 0,1% do crescimento do PIB mundial até 2030.
  • Entre 590-710 ppm, o aquecimento global seria de 3,2º/4ºC, com redução de 0,06% do crescimento do PIB até 2030.

OPÇÕES

- O relatório propõe repassar o "preço do carbono" aos consumidores e produtores, ou seja, que os preços na economia levem em conta o dano ambiental causado pela queima de combustíveis, para estimular a eficiência energética;
- Outras possibilidades são novas leis, impostos e mercados de troca de permissões de emissão de carbono. Acordos voluntários entre governo e indústria são "atraente politicamente", mas "não têm atingido resultados satisfatórios de redução de emissões";
- Taxar as emissões de carbono seria eficiente no setor energético. Um preço de US$ 20 a US$ 50 por tonelada de dióxido de carbono transformaria o setor energético, aumentando a participação das fontes renováveis na matriz energética para 35% até 2030 (quase o dobro da fatia registrada em 2005);
- Fontes de energia renováveis como eólica, solar e geotérmica deveriam ser estimuladas, com subsídios, tarifas preferenciais e compra obrigatória;
- Mais eficiência energética, com mudança nos padrões de construção, economia obrigatória de combustíveis, mistura de biocombustíveis e investimento em melhores serviços de transporte público;
- Medidas de seqüestro de carbono "têm potencial para dar uma importante contribuição" na mitigação das emissões até 2030;
- Energia nuclear, que representou 16% da matriz energética mundial em 2005, pode chegar a 18% até 2030, com o aumento do preço do dióxido de carbono de até US$ 50 por tonelada, "mas questões de segurança, proliferação de armas e lixo continuam sendo preocupantes".

29 de mai. de 2007

Bandido da Serra Elétrica ataca no Anel Central

Mais uma capa para relembrar o eleitorado em outubro de 2008. Anotado (lembrar que em 29 de maio de 2007, saiu no Diário da Manhá, foto ao estilo Vilmar Tavares, de assassinato ambiental. Mais uma inocente que se foi na gestão da Serra Elétrica)
Olha! Que diferença contrastante entre o governo Marroni e o governo que tá aí. Mas, intensamente contrastante, é a gestão ambiental do secretário Léo, com invisibilidade, para a do secretário Melo com Agenda 21, Educação Ambiental, Coleta seletiva, Balneabilidade do Laranjal, Plantio de milhares de árvores, campanhas para o uso racional da água e outras boas lembranças. Contrastes muito agudos para serem diminuidos na imprensa na época do pleito. Os anos parecem estar mais longos. Jogo ruím é assim, o tempo demora a passar!!! TIC TAC TIC TAC...

Depoimento de uma jovem ambientalista do Canadá, feito durante a Eco-92 no RJ para autoridades e jornalistas


Encaminhado pela companheira Cíntia Barenho.

19 de mai. de 2007

Tema Ambiental no CulturaLIVRE: Resumo do Encontro Bioma Pampa e os novos links em Ambiental

Esta semana foi bem produtiva! Até mesmo por isso, não deu pra postar nada por aqui, mas agora vamos tentar fazer uma síntese do que foi o II Encontro de ONGs e Movimentos Sociais do Bioma Pampa. Primeiro é interesante darmos uma olhada no blog da REDE BIOMA PAMPA, que foi feito no sentido de intensificar o debate sobre o nosso Bioma. Lá podemos também ver as fotos do Encontro, no FLICKR Pixielslivres (mantido por mim e pelo amigo Lucio Uberdan). A importância desta nova REDE, se faz por dois motivos. O primeiro é que a participação de entidades e movimentos sociais é intensa, sendo que o encontro contou com mais de 80 representações, proporcionando um debate de estratégia para a REDE e tb de estratégia para o desenvolvimento que queremos no RS, com diversidade cultural em todos os sentidos, imbricado com a questão da sustentabilidade. No orkut, a REDE BIOMA PAMPA tem comunidade onde as entidades participantes estão fazendo as suas apresentações.
Importante tb a divulgação do blog do amigo Alexandre Melo que foi o principal responsável pelo êxito deste encontro! Aqui no CulturaLIVRE estou inaugurando o setor ambiental para dar uma maior valorização ao tema: são os blogs da REDE BIOMA PAMPA e da Rede Gaúcha de Agendas 21 Locais.

19 de abr. de 2007

Logo da Rede Bioma Pampa

Logo da Rede Bioma Pampa, feito com os Software Livres Inkscape e Gimp. Os bonecos representam as pessoas, que através das entidades, constroem a rede, que nos dias 11, 12 e 13 de maio, realiza o seu II encontro na cidade de Pelotas. O globo dá conta da idéia de que todas as movimentações ligadas ao tema ambiental tem que, prioritariamente, seguir as dinâmicas: do local para o global e do global para o local. Um não exclui o outro, eles se completam.
Logo Simples e utilitária. Vida longa a REDE BIOMA PAMPA.

1 de abr. de 2007

Aliviaram a Prefeitura!

Aí está uma "aliviada" na prefeitura. Talvéz se fosse no governo do PT/Marroni, a manchete seria "Prefeitura não consegue se explicar quanto a água suja", ou, "Má gestão das águas em Pelotas atinge população", ou ainda, "Por descuido da Prefeitura e do Sanep, População bebe água suja".
Vamos ver o que de fato é responsabilidade da Prefeitura, mas o que fica claro é que o Sanep está vendendo água suja até para quem nem recebe água em suas residências. "saia justa" ficaram os diretores e coordenadores do Sanep, na última sexta, na câmara de vereadores, quando pessoas da comunidade foram até o plenário da casa, mostrar sua indignação quanto a cobrança de excesso d'agua em localidades onde a água nem chega.
Ah! amigo manda mensagem dizendo que o sanep sempre esteve na mão da Massonaria! será verdade?

18 de mar. de 2007

Irresponsabilidade com o Laranjal = Governo Fetter

Para que não se faça valer o jargão que "o povo tem memória curta"e não esqueçamos do fato concreto, o CulturaLIVRE faz questão de publicar chamada de capa do jornal Diário da Manhã de 3 de março de 2007, onde aponta a falta de balneabilidade da praia do Larajal em Pelotas.
No governo Marroni, depois de um trabalho de limpeza dos filtros e cuidado com o sanemento das praias, a FEPAM divulgou que a praia estava própria para banho.
Agora sabemos que a enrrolação da FEPAM para divulgar o seu boletim no início da temporada tinha um motivo nobre: fazer com que a população não soubesse que a irresposabilidade da governança municipal tinha deixado a praia imprópria para o banho.
Fetter tem mais um verão para ser avaliado. vamos esperar!